Por que
as vezes sou tão imbecil, a ponto de acreditar
que tudo iria mudar? Que dessa vez iria ser diferente? Que não há/havia
promiscuidade nas palavras ditas? Que são sangrentas, desonrosa e mentirosas as razões de afastamento e sumiço?
Que a insensibilidade e o desejo viscerais são os únicos aparatos/apetrechos
existentes? Que eretas e harmônio-osciladoras são as ações vão a primeira
pessoa do singular? E que, no entanto vontades sutis, ternas e quase taquicardíacas,
penduram-se e chegam a indubitavelmente, despencar no terceiro pronome? Busco incessantemente
sapiência para entender, esta idiotice de me move e ludibria? Que uni
lateraliza meu ver? Não entendo! Fria,
grossa, compenetrada, calculista, arrogante, vários eram os adjetivos que antes
me vestiam e que agora esburacam ausentando-se deste musculo involuntário, que hoje ao lembrar minhas ações me doam e
doem outros adjetivos: Aviltante, afrontosa, oprobriosa, abafadiça... Por que
não disse não enquanto podia ser capitã do meu mundo? Que raiva dessa minha
mania de pagar pra ver, e depois ver de mais...Ver que esta é a repetição da
história de Lily Braun, cantada magnificamente por Maria Gadu, e que não resta
a esposa ou a STAR, que nunca ouve rosas ou drinques... Só pedidos dissimulados
e IMBECIS de desculpas.
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